Nova diretoria da Academia Nacional de Seguros e Previdência toma posse

No dia da posse da nova diretoria da ANSP, não poderíamos deixar de reproduzir o artigo escrito por Antonio Penteado Mendonça, presidente do Egrégio Conselho Institucional da ANSP. Jornalista e articulista do Estadão, da Rádio Eldorado e da Band News, o profissional faz uma análise da trajetória da entidade, ressaltando sua contribuição para o mercado brasileiro de seguros e importância da continuidade do trabalho que vem sendo desenvolvido pela diretoria da ANSP.

Leia abaixo a íntegra do artigo publicado no dia 5 de maio no portal do Sindsegsp (Sindicato das Seguradoras, Previdência e Capitalização do Estado de São Paulo):

Academia Nacional de Seguros e Previdência

Dia 12 de maio acontece a posse da diretoria da ANSP (Academia Nacional de Seguros e Previdência). Fundada em 1993, a Academia, ao longo destes 21 anos, passou por momentos diferentes, com altos e baixos, como acontece com todas as organizações, principalmente as pioneiras.

Sim, a ANSP, de certa forma, é pioneira dentro do setor de seguros. Não porque se dedique ao estudo do assunto. A Sociedade Brasileira de Ciências do Seguro e a Funenseg já faziam isso bem antes de sua fundação. Mas pela forma como foi se estruturando e criando uma metodologia operacional única, com foco na especialização dos temas de cada Cátedra, formando um grande mosaico que engloba praticamente todas as vertentes da atividade.

A consolidação da Academia não foi imediata e muito menos caiu do céu. Ela aconteceu à medida que a diretoria foi investindo em ideias capazes de agregar valor não apenas a ela, mas ao mercado, a uma atividade com nuances e particularidades únicas, sobre as quais havia pouco conhecimento teórico e muitas rotinas práticas.

Com o aprofundamento da missão das Cátedras, a ANSP passou a ocupar um lugar mais importante do que no seu começo, quando foi responsável por uma das primeiras premiações do setor.

Apesar de quase inédita à época, a premiação das entidades do mercado, feitas com pompa e circunstância, em grandes festas que se estendiam noite a dentro, não dava uma credibilidade maior para a Academia. Esta chega como consequência da consolidação da ideia das Cátedras e com o início do trabalho de pesquisa dos acadêmicos envolvidos com elas.

A partir desse momento, a Academia passa a ser vista como uma das principais fontes de pesquisa para o setor. E, mais do que isso, fonte de pesquisa confiável, com trabalhos consistentes realizados pelos seus integrantes em prol do desenvolvimento da ciência do seguro como ferramenta para o aperfeiçoamento das diferentes esferas que compõem o setor de seguros.

Já faz alguns anos que o Presidente Executivo da ANSP é o Sr. Mauro Batista, atualmente também Presidente do Sindicato das Seguradoras de São Paulo. Sob sua batuta, a Academia Nacional de Seguros e Previdência consolidou sua atuação no campo da pesquisa, da realização de eventos para o setor, da divulgação e da defesa do instituto do seguro. Ao longo da presidência de Mauro Batista, a ANSP patrocinou, copatrocinou, participou, criou e apoiou dezenas de eventos de todos os tipos, além de incentivar a publicação de trabalhos técnicos desenvolvidos pelos seus acadêmicos.

Num balanço honesto sobre sua atuação, é possível dizer que a Academia Nacional de Seguros e Previdência, ainda que não sendo indispensável para o setor de seguros crescer, teve e tem participação expressiva na busca do conhecimento e do desenvolvimento de melhores técnicas, destinadas a aperfeiçoar a relação entre provedores de serviços e consumidores numa área de atuação, pela própria essência, muito delicada.

A posse da diretoria no próximo dia 12 marca a continuação das políticas em vigor e que se mostraram vencedoras no dia a dia do setor. É o reconhecimento dos associados ao muito feito pelo presidente reeleito, Mauro Batista, à frente da organização. Com certeza, não fosse ele e sua crença nos valores maiores que impulsionam a ANSP, a Academia hoje não teria a importância, nem gozaria do reconhecimento que tem.

Em sua maior parte, o restante da diretoria e dos conselhos é composta pelas mesmas pessoas que acompanham o Presidente já faz tempo. Resumindo, a posse da diretoria no dia 12 de maio pode ser definida com uma única palavra: continuidade. Continuidade que neste momento é o melhor que pode acontecer para o setor e para a própria Academia. Afinal, como se diz no futebol: “não se mexe em time que está ganhando”.

Fonte: http://www.sindsegsp.org.br/site/colunista-texto.aspx?id=729

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